Arquivo de Setembro, 2016

23
Set
16

EXPRESSO ABRE GUERRA AOS “COMANDOS”

received_10207197890245993O jornal de Bilderberg, depois de durante três anos ter procurado destruir os serviços de informação de Portugal (deixando-os, aliás, em mau estado), atira-se agora aos “Comandos”, uma das escassas pedras em que assenta o que ainda nos resta de uma soberania saldada nos últimos 30 anos.

Destruir tudo o que é genuinamente português é um dos objectivos dos inimigos da soberania dos Estados-Nação. Nesta perspectiva, os serviços de informação (pela sua eventual capacidade de recolher e tratar informação) era a ponta por onde o ataque do “financialismo globalista” tinha de ser iniciado.

A capacidade de “intelligence” dos serviços de informação da nossa República tinha de ser neutralizada logo de início. O jornal de Bilderberg que ostenta no cabeçalho o nome de Balsemão foi o ariete dessa guerra contra o Estado soberano de Portugal.

A vez dos “Comandos” chegou agora, a propósito de um infeliz acidente. É, de resto, sempre assim: um acidente fortuito (ou, se necessário, fabricado) dá a janela de oportunidade para o órgão de Bilderberg desencadear uma guerra contra a soberania portuguesa.

Agora, depois da “intelligence” ter sido posta fora de combate, é preciso neutralizar as (poucas) forças com capacidade operacional. Uma das já pouquíssimas pedras em que pode assentar a soberania do Estado Português.

Em linhas gerais, estamos perante uma ofensiva do “financialismo globalista” contra a soberania dos Estados, neste caso concreto contra a soberania de Portugal.

Uma ofensiva contra tudo o que for instituições nacionais portuguesas e em que tudo o que sejam forças “internacionalistas” serão, de uma forma ou de outra, chamadas a cooperar. Dos “bilderbergs” assumidos aos “opus dei”, passando pelos trotsquistas.

Fora dessa convergência “internacionalista” ficam os comunistas que, se em tempos da URSS, utilizaram abertamente o “internacionalismo proletário” como um álibi para justificar o seu alinhamento com Moscovo, paradoxalmente, tornaram-se, após a implosão da URSS, uma força nacional defensora da soberania portuguesa.

O governo de António Costa tem aqui uma oportunidade de mostrar de que lado está. De mostrar se tem uma alma patriótica e sentido de Estado ou se, pelo contrário, alinha com os “internacionalistas”, se junta a sua voz com o coro que, do bilderberg Expresso à trotsquista Catarina Martins passando por mais umas piedosas e muito religiosas vozes, exige o desmantelamento de mais um dos alicerces em que assenta a nossa capacidade de Soberania Nacional.

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