26
Apr
16

JORNALISTAS RECEBIAM DO “ESPÍRITO SANTO””

testeteAutarcas, funcionários públicos, gestores, empresários e jornalistas constam de uma lista de pagamentos (várias páginas com mais de 100 nomes…) da ES Enterprises, uma offshore do Grupo Espírito Santo.

Ricardo Salgado desmente, apenas, ter “pago a políticos”… Dos outros, nada disse.

Com isto quase todos os jornais fizeram títulos à volta de: “GES pagava avenças a políticos”.

Mas todos os jornais se esqueceram dos jornalistas, nos seus títulos… Porque será?

11
Apr
16

QUEM NOS ACODE…?

Há uns anos tivemos “Juízes suspeitos de vender sentenças”… agora, “Chefes da Polícia Judiciária presos”… Quem resta que nos possa acudir?

asdasd

24
Mar
16

O ABUSO DOS “ESTÁGIOS”

Deviam mudar o nome para expressoempregosemsalario.pt

Expresso e Visão, publicações do Grupo Balsemão, exigem responsabilidades e competências próprias de qualquer profissional a pessoas a que negam qualquer remuneração. A isto chamam… “estágios curriculares”! Há quem lhes chame “abusivos”, apenas!

Estágios abusivos no Grupo Impresa

Domingo, 20 Março 2016

Reproduzimos aqui os anúncios de estágios curriculares para o Expresso e a Visão Júnior, ambas publicações do Grupo Impresa, com responsabilidades e competências próprias de qualquer profissional mas sem qualquer remuneração.

Redação da Visão – 1 vaga

Perfil:

Alunos finalistas de licenciatura em Comunicação Social ou de mestrado.

Plano de estágio:

Colaborar no planeamento da revista, participando nas reuniões de definição de temas

Acompanhar as duas plataformas da revista – impressa e digital

Edição impressa:

a) Numa primeira fase, acompanhar, quando possível, jornalistas que saiam em reportagem

b) Recolher informações para temas que a revista esteja a preparar

c) Fazer pesquisa de recursos infográficos e fotográficos para temas que a revista esteja a preparar

d) Escrever notícias, reportagens, ‘features’ e entrevistas para a revista

e) Acompanhar a paginação das suas próprias peças, tendo assim a experiência ‘completa’, desde a conceção da matéria jornalística até à ida da página para a gráfica

Edição online:

a) Procurar – e escrever – notícias para o site

b) Se houver possibilidade, trabalhar com o videógrafo do site, fazendo peças multimédia

c) Acompanhar a gestão da página do Facebook
O estágio deverá ter início no mês de Abril.

É realizado a tempo inteiro, nas instalações do grupo Impresa que se situam em Paço de Arcos

A duração do estágio têm a duração de três a seis meses e não é remunerado.

Redação do Expresso Digital – 2 vagas

Perfil:

Alunos finalistas de licenciatura em Comunicação Social ou de mestrado.

Pró-ativo, dinâmico, comunicativo e responsável;

Capacidade de trabalho em equipa;

Disponibilidade;

Plano de estágio:

Procurar Fontes jornalísticas

Escrever notícias para o site

O estágio deverá ter início no mês de Abril.

É realizado a tempo inteiro, nas instalações do grupo Impresa que se situam em Paço de Arcos

A duração do estágio têm a duração de três a seis meses e não é remunerado.

Estes estágios do Expresso Digital têm dois horários disponíveis; um dos horários é das 08h-16h e o segundo horário será das 16h-00h.

http://mas.org.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1207%3Aestagios-abusivos-no-grupo-impresa&catid=86%3Anacional&Itemid=537

11
Feb
16

EXAME ANGOLA À VENDA… EM SALDO E A PRESTAÇÕES

Saldos… E a Prestações!
Falha a conquista de Angola!

dsf

07
Dec
15

ORGÃO DE BALSEMÃO USA MINISTRA DA JUSTIÇA PARA ATACAR ANGOLA

fasdsgdA ‘Visão’ lança a suspeita sobre a nova ministra da Justiça, a luso-angolana Francisca Van Dunen, numa ‘estória’ com chamada de primeira página. A mãe da ministra (natural de Luanda) será vagamente prima do general Kopelipa… O Ministério Público fez uma investigação ao general angolano… A investigação deu em “águas de bacalhau”… Mas o Ministério Público gostaria que assim não tivesse sido e quer mais… Ora, a prima do general Kopelipa é agora ministra… Ora, sendo ministra poderá…

Ou seja, neste “jornalismo”, factos não há. De factos, népia. Há apenas a vontade de que eles existissem e criassem os problemas que o órgão de Balsemão deseja. Por estas e por outras semelhantes e equivalentes, é os órgãos de Balsemão foram há muito identificados como um dos centros criadores de atritos e fricção nas relações luso-angolanas…

Agora, a ‘Visão’ lança, com este ataque à novíssima ministra da Justiça, uma suspeita sobre a sua acção futura, procurando condicionar a actuação da luso-angolana, criando uma relação de parentesco com alguém que ela, provavelmente, nem conhece. Jornalismo…? Foi você que disse que isto é “jornalismo”…?!

28
Nov
15

GUERRA NO GOVERNO PELO CONTROLO DOS PORTOS

 

É a primeira guerra no interior do novo governo. Trava-se nos portos e ainda não está decidida. Para grande surpresa da ministra do Mar, Ana Paula Vitorino (uma especialista da área dos portos e transportes e autora do programa eleitoral do PS para o Mar), a tutela dos portos estava para ser entregue ao secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. Oliveira Martins (um jurista filho do ex-presidente do Tribunal de Contas e actual administrador da Gulbenkian). A ministra terá manifestado a sua total discordância e explicado que não faz sentido ter um ministério do Mar que não tutele os portos… A decisão foi, entretanto, suspensa, na sexta-feira já de madrugada, no meio de forte tensão.

O bizarro da situação, como notaram várias fontes ligadas ao processo, é a ligação da família Oliveira Martins aos portos: “Mudam os governos mas a família Oliveira Martins fica sempre nos portos…”.

O secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme W. Oliveira Martins, além de filho do ex-presidente do Tribunal de Contas, Guilherme Oliveira Martins, é também irmão da advogada Maria Oliveira Martins, gestora da sociedade de advogados Tiago Sousa de Alte & Associados e casada com Tiago Sousa de Alte.

Segundo o “Jornal de Notícias”, de 27 Setembro 2015, “Tiago Sousa de Alte já foi adjunto do ministro do Ambiente do anterior governo (2005), foi chefe de gabinete dos Assuntos Fiscais em 2009, foi nomeado em 2011 para realizar consultas e estudos para o secretário de Estados dos Transportes, Sérgio Monteiro, e membro da comissão para a renegociação dos contratos dos portos de Sines, de Leixões, de Aveiro, de Lisboa e de Setúbal e também director executivo da empresa MTT – Ferro de Moncorvo”.

Estes cargos de nomeação pública não impedem este “especialista” de ser o advogado de operadores portuários privados, inclusive em processos judiciais contra o Estado ou entidades públicas. Como avança a mesma edição do “Jornal de Notícias”, Tiago Sousa de Alte representou a empresa privada Svitzer num processo contra o porto de Aveiro. “Entrada no mercado há poucos anos, a Svitzer tem conseguido impor-se. Em Dezembro de 2013, contratou o escritório de advogados Tiago Sousa de Alte & Associados (…). Será o escritório deste especialista a tratar de processar a Administração do Porto de Aveiro pela adjudicação da concessão de reboques no respectivo porto à empresa Tinita. Fonte desta empresa comenta que “perante um concurso onde só houve um concorrente, não se percebe o que é que a Svitzer quer reclamar”. A concessão é uma prerrogativa das administrações portuárias, mas o próprio Instituto da Mobilidade e dos Transportes respondeu à queixa dos advogados da Svitzer considerando que a concessão pode ser ilegal”…

A ministra do Mar, com as Pescas entregues ao secretário de Estado José Apolinário, um dirigente do PS Algarve, não pode perder a tutela dos Portos ou, então, como já alguém disse, “sem Pescas e sem Portos, passa de ministra do Mar a ministra das… praias!

28
Nov
15

BTG: A GRANDE PROCURAÇÃO DAS… PROCURAÇÕES

A polícia federal brasileira procura, por todo o lado, as procurações passadas por administradores da Oi/PT ao BTG Pactual e que permitiram ao banco, durante a primera metade de 2015, movimentar as contas das empresas do grupo PT, até 50 milhões/dia sem necessidade de mais formalidades ou outras assinaturas. É a grande procuração policial das procurações bancárias… E também, obviamente, dos circuitos seguidos pelos largos milhões movimentados e seus destinos finais.

E a Mossad também Procura…

Como um procuração nunca vem só, às investigações policiais brasileiras soma-se a vontade de saber e de conhecimento da Mossad que parece procurar, sobretudo, perceber melhor fontes de financiamento, outros negócios e circuitos do BTG…

 

CEO do BTG na Prisão

Horas após a prisão do presidente do conselho e CEO do BTG Pactual André Esteves, na passada quarta-feira, as ações do banco caíam 39 por cento e os bonds, 20 por cento e investidores temem que uma grande parcela do dinheiro possa desaparecer rapidamente e afundar a empresa em uma crise de liquidez paralisante, segundo avança a brasileira Exame.

Escândalo Político-Financeiro

Para a revista brasileira, esta “situação representa um desafio de tirar o fôlego para uma empresa ambiciosa cujo principal executivo notoriamente brincava que BTG queria dizer “better than Goldman” (“melhor que o Goldman [Sachs]”) e mostra que o escândalo de corrupção que sacudiu a elite política e empresarial do Brasil e paralisou a economia está longe do fim.

A empresa de consultoria de risco político Eurasia Group diz que a prisão de Esteves sob a suspeita de ter tentado interferir no depoimento de um ex-executivo preso da gigante Petrobras controlada pelo Estado levanta pela primeira vez a “séria perspectiva de contágio do setor financeiro”.

Moody’s Baixa Rating do BTG

A imprensa brasileira destaca a imediata reacção da Moody’s que poderá ter graves consequências para um banco que “BTG depende de empréstimos para financiar quase 93 por cento de seu balanço”.

“A agência de classificação de risco Moody’s colocou em revisão para rebaixamento o perfil de risco de crédito individual do BTG Pactual (BAA3) e suas notas (ratings), devido à prisão do presidente-executivo e controlador da instituição, André Esteves, na Operação Lava Jato.

“Para a Moody’s a prisão pode gerar impactos na relação do banco com os clientes e parceiros. A Moody’s disse que poderá rebaixar a nota do banco se: as investigações encontrem ligações entre ações de Esteves com as operações do banco que gere resultados negativos; se foram encontrados problemas regulatórios ou legais no BTG Pactual; se a capacidade de gerar negócios for afetada; se a captação de recursos (funding) for impactada.”




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