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Nov
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A REVOLTA DO APRESENTADOR E A SUBSERVIÊNCIA DOS «MEDIA» PORTUGUESES PERANTE OS CRIMES DE LESA PÁTRIA

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O modo como se faz política é igual em todo o lado. As ideologias são diferentes, mas o «modus operandi» dos fazedores de política acumula os mesmos «pecados»…há corrupção em Portugal, como na China – uma situação que tanto indigna o novo secretario geral do Partido Comunista e futuro presidente – ou no Brasil. Os políticos, afinal são iguais…feitos de carne e osso, com os mesmos desejos, ganâncias, (des) virtualidades.Falam no povo que os pôs no «poleiro« mas a maioria pensa no seu próprio umbigo.E o que que mais deseja é amealhar prebendas durante o  exercício do seu cargo antes que se faça tarde. Pusemo-nos a fazer comparações e cogitar como seria impossível este tipo de indignação, assim tão bem vincada pelo apresentador Luis Carlos Prates, numa TV portuguesa,onde este tipo de excessos são proibidos, porque a ética e isenção impedem… como se um jornalista também não pudesse veicular uma opinião, desta forma agressiva e de uma forma tão tempestiva.Ao fim e ao cabo, trata-se de dar uma notícia, um facto, usando uma técnica agressiva e sensacionalista de comunicação com os telespectadores, mas eficaz.

Luis Carlos Prates indigna-se até ao tutano com as viagens que os senhores deputados federais fazem à custa do povo, uma autêntica orgia paga pelo erário público…os pais da Pátria do país irmão chegam mesmo a requisitar viagens para a Europa para os seus familiares – porque «família é sagrada». Em Portugal, sabe-se que existem estes mesmos «pecadilhos» – talvez estejam um pouco mais controlados ,mas existem, seja em forma de viagens para trabalhos discutíveis, aquisição de viaturas para uso próprio ( ainda num outro dia vimos um conhecido político a estacionar a sua viatura escura do Estado à porta do liceu Charles Lepierre, em Lisboa, para ir buscar os filhos que ali estudam…

Vejam o vídeo e atentem nesta forma de revolta do apresentador brasileiro, impossível de acontecer nas nossas TV porque aí, o que impera, é o servilismo e subserviência aos vários poderes instituídos – ainda hoje à noite vimos o apresentador da «Quadratura do Circulo», programa da SIC, cortar o «pio» a Pacheco Pereira quando este denunciava o crescente poder económico de Angola em Portugal e os efeitos que isso trará no futuro na nossa vivência democrática – onde o silêncio já impera e é praticamente impossível questionar a forma como os actuais dignitários angolanos amealharam grandes fortunas que branqueiam em Portugal nos mais diversos investimentos sem que ninguém lance perguntas incómodas sobre a sua proveniência


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