21
Set
12

ALEGADO «ESTRIPADOR DE LISBOA» PROCESSA JORNALISTAS

 Cá para mim, este indivíduo é um gabarolas que se tenta agora aproveitar das entrevistas que deu a jornalistas para se auto promover. Mas, pelo meio, acabou implicado num assassínio de uma prostituta em Aveiro. Se não tivesse sido um basófias, era capaz de se ter livrado de trabalhos…

 

José Guedes, o homem acusado de ter assassinado uma jovem em Aveiro, em 2000, foi hoje ouvido pelo Ministério Público, na sequência de uma queixa-crime que tinha apresentado contra duas jornalistas e desconhecidos, por gravação e divulgação de imagens não consentidas.

Em causa estão as imagens das conversas que o arguido manteve com as jornalistas Felícia Cabrita e Maria Lopes, onde assumiu ser o “Estripador de Lisboa”, que foram divulgadas em vários órgãos de comunicação social.

José Guedes, que se encontra detido preventivamente desde novembro de 2011, chegou ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Aveiro, cerca das 14:15, numa carrinha celular, e saiu pouco antes das 16:00.

“O senhor Guedes esteve a prestar alguns esclarecimentos”, disse a advogada Poliana Ribeiro, que defende o alegado homicida, acrescentando que o seu cliente “não deu autorização nem para a gravação nem para a divulgação” das referidas imagens.

A prática de um crime de gravações ilícitas é punida com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 240 dias.

José Guedes deverá ser julgado em Novembro, por um tribunal de júri, pelo homicídio de uma jovem que foi encontrada morta, em janeiro de 2000, numa casa em construção, em Cacia, em Aveiro.

A vítima foi estrangulada e jazia no solo numa posição de crucificada, um pormenor revelado no livro “Os Mistérios do Estripador de Lisboa”, da autoria do jornalista Joaquim Gomes, que acaba de ser publicado.

O livro contém o diário do arguido no qual este relata os três assassínios de prostitutas em Lisboa e ainda o de outra prostituta na Alemanha, todos na década de 1990, que entretanto foram prescrevendo.

Para a realização deste livro, que é a primeira obra escrita a abordar exclusivamente a saga do “Estripador de Lisboa”, o autor consultou os processos de Lisboa e de Aveiro, deslocou-se a todos os locais dos crimes e conversou com testemunhas.

Em declarações à Lusa, Joaquim Gomes afirmou não pretender “desenvolver qualquer tese, visando a inocência ou a culpabilidade” do único arguido, José Guedes, mas apenas publicar “todas as versões, incluindo-se a acusação do Ministério Público e a contestação feita pela advogada do arguido”.

O livro inclui uma cronologia dos crimes e das investigações dos homicídios cometidos em Lisboa e em Aveiro, revelando quem são e o que fizeram em 20 anos os magistrados, polícias e peritos.

A obra “Os Mistérios do Estripador de Lisboa” são prefaciados pelo catedrático Pinto da Costa, antigo director do Instituto de Medicina Legal do Porto, que foi professor do autor do livro, o jornalista Joaquim Gomes, especializado em casos judiciais, colaborador em vários jornais,como «o Crime», «Correio da Manhã« e «Jornal Notícias».


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