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OCS CRITICAM POLÍCIA POR USAR A FORÇA CONTRA CIDADÃOS MAS ESQUECEM AGENTE QUE CORRE PERIGO DE VIDA DEPOIS DE SER ATROPELADO

 

Os OCS não falam em coisas que eventualmente valorizem a acção da polícia. Ao invés, imbuídos do espírito esquerdóide de repulsa contra qualquer tipo de repressão desendeada sobre quem use uma farda, diabolizam as forças da ordem…mesmo quando estas agem em nome da lei e da segurança dos cidadãos, pondo em risco a própria vida, com o aconteceu no caso do agente Nélio Alves que  corre o risco de ficar paraplégico

 

 

 

Na passada semana, os media fizeram um grande alarido com o facto de polícias terem usado, supostamente, da força física para dar resposta a uma ocorrência: um homem usou o filho como escudo humano depois de ter resistido aos polícias que o procuravam identificar, depois de ter sido interceptado ao volante da sua viatura a falar ao telemóvel. Seguiram-se algumas entidades e personalidades, criticando a acção da polícia e o “exagero do uso da força”. Os mesmos que hoje se calam com o atropelamento de um polícia, que também é cidadão e que até representa o Estado, que pode ficar paraplégico.

Referimo-nos ao agente da PSP, Nélio Alves, de 36 anos, que  continua internado no Hospital Dr. Nélio Mendonça,Funchal,  a recuperar dos ferimentos, depois de ter sido atropelado numa operação stop na zoan da Eira do Serrado, correndo o risco de ficar paraplégico devido aos graves ferimentos que sofreu na coluna. O estado é estável, mas as mazelas sofridas inspiram cuidados. Uma das pernas, que ficou presa no rodado da motorizada conduzida por um indivíduo sem carta de condução e que tentou escapulir durante a operação, sofreu esfacelamentos estando a equipa médica hospitalar a tentar evitar a amputação.

A vítima, pai de dois filhos, um de sete anos e outro com poucos meses de vida, sofreu múltiplas fracturas pelo corpo, algumas expostas, provocadas pelo atropelamento ocorrido por volta das 20 horas de sexta-feira.

Agente principal, Nélio Alves ingressou na PSP em 1996, exercendo sempre funções na esquadra de Câmara de Lobos, concelho onde reside. Sexta-feira era mais um dia de trabalho. Ele e outros agentes montaram uma operação de fiscalização nas imediações da entrada do túnel do Curral das Freiras, quando, cerca das 20 horas, um motociclista de 24 anos desrespeitou o sinal de paragem. O primeiro agente, atirou-se e conseguiu escapar ao embate. Um segundo agente fez o mesmo, mas Nélio Alves terá se atirado para o lado errado, e foi colhido pela motorizada. O condutor foi projectado, mas o agente ficou preso na mota, acabando por ser arrastado mais de uma centena de metros. Bombeiros de Câmara de Lobos e EMIR estiveram no local, e condutor, que escapou praticamente ileso, foi logo detido.

Sindicato critica falta de meios

A primeira frase de Jorge Silva, presidente regional da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), é para o agente gravemente ferido e para a família deste. “Em nome do sindicato e em meu nome, quero expressar uma grande tristeza pelo que sucedeu.” A segunda, é mais dura, e é dirigida aos responsáveis pela Polícia de Segurança Pública (PSP). “Quando os agentes vão para este tipo de operações, nem sempre vão com os meios adequados”, afirma Jorge Silva, responsabilizando a falta de material pelo facto dos agentes serem expostos a riscos desnecessários.

Faltam lanternas, faltam equipamentos reflectores, faltam motorizadas de apoio, para que os condutores percebam que não vão conseguir fugir. “Foi uma situação grave, que me recorde nunca aconteceu aqui na Região, mas fugas há sempre, todas as semanas, e a PSP deve estar preparada para lidar com este problema”, acrescenta, dizendo que no continente já são utilizadas ‘lagartas’ – correntes metálicas que furam os pneus das viaturas que desrespeitam o sinal de paragem -, mas na Madeira esse equipamento não existe.

Os OCS não falam em coisas que eventualmente valorizem a acção da polícia. Ao invés, resquícios do passado de regime ditatorial, diabolizam as forças da ordem… mesmo quando estas agem em nome da lei e da segurança dos cidadãos, pondo em risco a própria vida, com o aconteceu no caso do agente Nélio Alves que ainda corre o risco de ficar paraplégico.

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1 Response to “OCS CRITICAM POLÍCIA POR USAR A FORÇA CONTRA CIDADÃOS MAS ESQUECEM AGENTE QUE CORRE PERIGO DE VIDA DEPOIS DE SER ATROPELADO”


  1. 1 jose henriques
    Fevereiro 21, 2015 às 11:34 am

    e muito triste estas noticias cada vez dou mais razao a estes agentes que nunca viram a cara e n critico aqueles que o façam ate mas ja chega de proteger os maus e tirar a força a quem nos protege estes senhores do ocs que vistam a merda da farda e venham para a rua cambada de incompetentes


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