24
Abr
12

CASO CRISTÓVÃO: UMA ENTREVISTA SIMPÁTICA AO «RECORD» SEM PERGUNTAS INCÓMODAS

Será que o Sporting estará todo refém das alegadas tropelias do seu vice presidente, Paulo Pereira Cristóvão? Que segredos guardará este ex- inspector da PJ, dono de uma empresa de segurança e informações para o deixarem agarrado ao poleiro, por muito que ele venha dizer que não está apegado ao lugar? Será que a Assembleia Geral que se realiza hoje, terça-feira, vai seguir o mesmo caminho do Conselho Leonino, do presidente do clube, os quais não questionaram o lugar do vice presidente e as suas reviravoltas? É que depois de se auto-suspender das suas funções, voltou ao lugar levado pelo presidente Godinho ( que o continua a segurar, sabe-se lá à conta de que coisas do passado na PJ, nós até poderíamos especular sobre isso, mas escrevemos com base em dados concretos);e depois de dizer que não falava sobre o processo, veio agora dar esta entrevista ao «Record numa tentativa para se vitimizar. Uma entrevista simpática, em casa do entrevistado, e na qual mais parecia que tudo foi combinado. Desde as respostas alinhavadas como se tivessem sido previamente decoradas – e nas quais o dirigente leonino expôs a tese de que internamente o estão a tentar «queimar», veja-se a importância do homem – até às perguntas que deixaram de lado questões mais incómodas. Por exemplo, por que motivos o jornalista se «esqueceu» de perguntar se Cristóvão conhecia ou não o homem que depositou os tais 2200 euros na conta do árbitro num multibanco na Madeira; se, como referiu a imprensa, era seu empregado, se era membro de uma claque leonina – as tais claques com que Cristóvão esgrime sempre que se sente apertado como arma de arremesso contra quem lhe queira fazer mal – se sabia ou não que o Sporting pagou a viagem à Madeira a esse «alegado» falso corruptor que tentou criar uma situação complicada ao árbitro auxiliar José Cardinal? Por que motivos deixou a PJ?

 Uma entrevista em que ficou claro que o objectivo de Cristóvão é o de se segurar ao «poleiro» em vésperas de duas importantes reuniões magnas do Sporting em que a sua cabeça poderá rolar de forma inapelável.O que se sabe é  que, durante a reunião do Conselho Leonino de ontem à noite, Cristóvão saiu a meio, alegando razões familiares. Esperemos que não faça o mesmo na AG de hoje à noite e que esclareça, de forma pormenorizada, os sócios sobre o seu papel nesta trama que conspurca, mais uma vez, o futebol português. Se está inocente, deve apresentar as provas da sua inocência, e deixar de lado a tese da cabala. Para cabalas, já nos bastam as de Carlos Cruz, Vale e Azevedo…dois «inocentes», é claro…

PS- Foi uma Assembleia Geral pacífica a que teve lugar ontem, terça feira,em que o presidente leonino conseguiu fazer valer a proposta de fusão da Sociedade Património e Marketing com a SAD,além do financiamento do clube. Mais uma vez, Cristóvão explicou a sua inocência sem entrar em pormenores e saiu incólume.Percebe-se a posição dos associados nesta altura decisiva para o clube, em que a demissão de um vice-presidente poderia desencadear novo acto eleitoral.Mas o caso voltará á baila quando se conhecerem mais pormenoers sobre a inocência (?) ou culpabilidade (?) de Cristóvão.Ou seja, é uma questão adiada para o defeso do futebol…

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