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Fev
12

SECRETAS na posse de DOSSIER incómodo – «Skins» de Mário Machado preparam «vendetta» contra políticos

Um caso descurado ( andam distraídos?) pelos «media» que acompanham o julgamento do caso da Universidade Independente – o estabelecimento de ensino superior onde o ex – primeiro ministro, José Sócrates, terá concluído a sua licenciatura em Engenharia. O caso foi aflorado no Semanário «Privado» em 28 de Outubro de 2009 e nunca foi desmentido: cinquenta individualidades relevantes da sociedade portuguesa compraram naquela Universidade o seu diploma e muita documentação respeitante a esse período «quente» foi destruída.
O «Crimedigoeu» sabe de fonte segura, ligada às Secretas, que este Serviço terá em seu poder elementos credíveis que terão sido facultados por indivíduos ligados aos «hammerskins», o grupo radical de extrema- direita., cujo líder, Mário Machado Machado, cumpre pena de quatro anos de prisão no Estabelecimento Prisional de Monsanto, condenado pelos crimes de coação, roubo, sequestro e posse ilegal de arma. Machado chegou a partilhar a ala prisional da PJ com Rui Verde e Amadeu Lima de Carvalho, duas figuras em destaque que estão a ser julgadas no âmbito do processo da Universidade Independente.Durante os tempos conturbados que tiveram lugar na Universidade, MM liderou um grupo de «skins» que ali «prestaram serviço» como seguranças, tendo tido acesso a informações e documentos importantes sobre a prática de ilegalidades na atribuição de cursos a alunos, muitos dos quais, terão obtido a sua licenciatura sem pôr os pés no estabelecimento. Sublinhe-se, a propósito, que uma das testemunhas veio a tribunal dizer que nunca viu José Sócrates na Universidade…e um dos exames a uma das cadeiras do curso que o antigo primeirio.ministro concluiu, o Inglês Técnico, foi concluído num domingo…através de um fax enviado para casa do docente titular da cadeira.
Mário Machado chegou a prestar declarações no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) sobre a genuinidade dos documentos que os «skins» publicitaram na imprensa respeitantes ao alegado favorecimento da família de José Sócrates, os quais referem o desvio de 383 milhões de euros», envolvendo «o tio, o primo e a mãe» de José Sócrates.

São 67 páginas de documentos bancários de Celestino Monteiro, irmão de Júlio Monteiro, ambos tios de José Sócrates, que Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, chegou a divulgar na Internet na véspera de ser detido pela polícia Os papéis publicados vão desde os certificados de constituição de uma offshore até aos movimentos bancários efectuados durante alguns meses do ano de 2001. Entre compra e venda de acções, o valor global das transacções do tio materno do primeiro-ministro ultrapassou os cem milhões de euros.
Os documentos mostram a constituição de uma empresa offshore, a Medes, no estado do Wyoming, nos EUA, e de algumas subsidiárias, como uma em Gibraltar. Contactado pelo Diário de Nogtícias», o Banco Popular, entidade que absorveu o antigo Banco Nacional de Crédito, pelo qual, através da BNC International, foram feitas as transacções, não negou a veracidade dos documentos.
Rejeitou, isso sim, qualquer responsabilidade numa eventual violação do sigilo bancário: “Acabámos de tomar conhecimento desta situação. Os documentos, com data de 2001, não indiciam qualquer quebra de sigilo bancário” por parte da instituição bancária, afirmou Paulo Frutuoso, do departamento de comunicação. Isto porque, segundo a mesma fonte, se trata de “correspondência enviada ao cliente”. E adiantou: “A BNC Cayman foi desactivada pelo Banco Popular no início de 2006.”
Por sua vez, Maria Teixeira, advogada que representou Júlio Monteiro no processo Freeport, mostrou-se surpreendida com a revelação e com o teor dos documentos.
Já Mário Machado, líder dos Hammerskins portugueses, descreveu desta forma como teve acesso à documentação: “Estava em casa, tocaram duas vezes à campainha. Quando abri a porta, vi um cobertor. Desenrolei-o e lá dentro estava a documentação. Se for chamado, será isto que direi na Polícia Judiciária.”.
E foi o que fez ao prestar declarações no DCIAP. Há uma certeza : Mário Machado, que na prisão anda a tirar o curso de Direito, continua a ser um detido incómodo e os seus «compagnons de route» têm armadilhadas várias formas de pressão sobre o poder político e judicial, podendo a qualquer momento ser revelados novos dados sobre os casos Freeport e Universidade Independente, abrangendo figuras e figurões de vários espectros políticos…os quais devem andar com o credo na boca face à possibilidade dessa documentação ser divulgada, provocando um autêntico «terramoto».

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